quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Nada como uma noite de terça

 Aniversário da casa de amigo é aquela coisa linda. Ainda mais nas férias. Todo o pessoal reunido, os amigos dos seus amigos, algumas crianças pra despertarem o nosso instinto primitivo e os adultos pra interagirem. Foi muito interessante. Havia uma variedade de comidas que dava gosto.

Tivemos uns momentos interessantes, dentre eles:
• Estávamos numa salinha a parte fazendo companhia a uma amiga que passava mal. Depois que vieram buscá-la, tivemos de rumar para o cômodo da alegria. A irmã de uma outra amiga estava com a gente. Eis que o primo da aniversariante, bem criancinha, aparece perto de nossa colega, pra tentar brincar ou algo assim. Nós dizemos: "vai lá brincar com ele!". O que ela faz? Vai pra cima do menino rosnando. E depois que rimos ela não parou mais. Eu adoro essa menina.

• O pequeno havia cuspido na mão do irmão. O irmão (um tico só mais velho) ficou com ela aberta esperando alguém tocar. Como haviam ignorado a pobre criança, eu, que obviamente não sabia de nada, fui lá e fiz aquele cumprimento esperto e maneiro uhuul. Logo em seguida, ao me dar conta da delícia que havia feito, passei a mão que pegou o cuspe carinhosamente na camisa do Franco, que a-do-rou.

• O irmão do pequeno raptou uma mangueira e deu um jeito de conectá-la na torneira. Antes que ele ligasse e fizesse a própria festa, nós fugimos. Essa parte foi sem graça. Preferia que ele tivesse ligado e feito um chuveiro público.

• Raptamos o iPhone da Mariana, encontramos um joguinho perigosíssimo, com alto poder de possuir os outros, e começamos um campeonato. Primeiramente, Franco e eu. Depois, juntaram-se a nós L., A. e B. Uma loucura. Até as quatro da manhã, mais exatamente.

• Um amigo adulto que está sempre presente nas festas nessa casa (praticamente um astrólogo particular) teve uma crise de risos: começou a dar aquela risada de porco, sabe? E aí desengatilhou uma sessão de risos sem fim no Franco, que, por sua vez, me deu uma vontade louca de rir. Pra tentar parar, esse amigo começou a rir com HUUUUHUHUHUHUHUHU. Aí G. e A. entraram na dança. Imagine como foi fácil parar com isso.

• As outras coisas só são legais e engraçadas pra mim e pra quem tava lá. Não que isso aí seja engraçado pra alguém, mas enfim.

2 ladrões de quitutes passaram por aqui:

Mariana disse...

HOHOHOHUHUHUUHUHUHUUHUH KROOÓÓÓ KRÓÓO (tentativa fail de fazer onomatopéia da risada do porco)

Foi maravilhoso, adoro reuniões sociáveis como essa, onde você vê seus amigos perdem a dignidade e amizade por conta de um joguinho de celular. Onde discretamente você e mais alguns esfomeados -n amigos atacam o macarrão antes de todos os outros sequer perceberem a presença de nosso amigo massa em cima da mesa. Onde há consultas particulares de astrologia, drama mexicano, intrigas do barulho e amiguinhos da pesada.

Enfim, maravilhoso.
Voto pela volta do Banco Imobiliário.

Post maravilhoso Flávitz! *O*

Isa disse...

Coitado do Franco, sobrou HUAHAUHAUAHHAU. Foi a irmã da amiga que rosnou ou foi a senhorita, naniquinha? (tô de olho u.u).
Faltou incentivar o menino a ligar a mangueira =x.

"Não que isso aí seja engraçado pra alguém, mas enfim." <<< para mim foi (h)