Mesmo que tudo estivesse conspirando pra no final a pessoa tomar um banho quente e pensar que jamais deveria ter descido do beliche, os animados ficaram felizes e acharam uma beleza. E eu era um deles.
Com os bracinhos pra cima,
Minhas amigas fofas queriam ser as últimas a entrar no meio do povão. COMIGO NÃO, FOFA. Me embrenhei no meio dos desconhecidos e lá fui. Ora eu encontrava algum ser conhecido, ora eu me perguntava aonde o
Depois de percorrer uma grande parte do trajeto, encontro, milagrosamente, Franco, meu bom e velho amigo. Rindo loucamente, sem enxergar direito, falar muito menos, fomos sendo levados. Eis que surge uma pessoa meio alta, branquela, com as marcas vermelhas da camiseta por causa do sol, cabelo característico.
Franco maligno diz: É o Carlotinha, dá um tapa nele!
Flávia diz: CAAAAAAAAAAAAAARLOTIIIIIIIIINHAAAAAA!!!...
...*Enquanto fala, Flávia agindo: mão direita espalmada tomando todo o impulso possível, arremessada com todas as forças existentes e encontrando as costas do suposto Carlota*
"Carlotinha" virou-se de um pulo com expressão mais simpática possível e me olhou com aquele jeitinho carinhoso que um menino olha pra uma menina quando quer meter a mão na cara dela.
NÃO-ERA-O-CARLOTINHA
2 ladrões de quitutes passaram por aqui:
Realmente, Flávia. Rapidez não é uma caristerística sua. Dois anos depois você me vem com essa história. E, tadinho do menino D:
AH, eu não consigo imaginar o Franco no NR...
CAAAAAAARLOOOTIIIINHAAAA
É Flá, você e seus ataques violentos são realmente perigosos. Tenho marcas (jaboti olá) hahaha
Saudades do NR, #deusémas <3
Post lindo como sempre :D
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