As provas de segunda fase são de matar. Depois que sai de uma, você mal lembra seu nome. Hoje, mais cedo, depois da UNESP...
- Nossa, na prova eu não lembrava nem se o certo é "emprendedor" ou "empreendedor". Cada hora escrevi de um jeito.
- É "empreendedor" mesmo, com dois E's.
- Apesar que eu acho que as duas formas são aceitas...
- São não.
- ... é sim, por causa do novo acordo ortográfico têm umas palavras que perderam letra repetida, tipo "voo",...
Beleza, eu comecei a rir e não parei mais.
- É o acento dessas palavras que sumiu! Não a letra!
- Não, Flávia, não sei, não... eu lembro de algo que perdia a letra...
- Você tá louco! Só mudou acento!
- Não, mudou hífen também! Tem umas palavras que perdeu letra sim!
- Mas não de letra dupla!
- É sim, tipo, "voo" fica "vo"...
- Você tá me zoando né... *liga pro João Pedro pra contar*
- É sério! Tá, "vo" ficou estranho, mas eu tenho certeza...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Depressões de um 3º ano
Segunda feira pós semana-inteira-na-escola-com-direito-a-simulado-no-domingo, entre 13h30 e 14h30, plantão de matemática, mesa redonda no pátio da escola, pouco mais de meia dúzia de zumbis tentando tirar dúvidas, se é que elas são tão poucas que podem ser resolvidas.
Finalmente chega a vez de uma aluna que estava extremamente cansada. Dirige-se ao professor para que ele resolva algum exercício do simulado do dia anterior. Sei lá qual foi a conversa porque quem batia um papo era eu, sei que ela retornou ao seu lugar e o professor falou algo do tipo "Auto estima tá lá embaixo, né?" e o resto da mesa interage...
- O quê? Falta de auto estima?
- Se fosse só ela...

- Nossa, nem me fale...
- Tô acabada...

- Não sei o que é isso faz tempo...
- CHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Finalmente chega a vez de uma aluna que estava extremamente cansada. Dirige-se ao professor para que ele resolva algum exercício do simulado do dia anterior. Sei lá qual foi a conversa porque quem batia um papo era eu, sei que ela retornou ao seu lugar e o professor falou algo do tipo "Auto estima tá lá embaixo, né?" e o resto da mesa interage...
- O quê? Falta de auto estima?
- Se fosse só ela...

- Nossa, nem me fale...
- Tô acabada...
- Não sei o que é isso faz tempo...
- CHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
domingo, 11 de setembro de 2011
SE PEGAR É SUA
As aulas sobre sistema nevoso são sempre interessantes. Aula de biologia sobre determinados sistemas costumam ser interessantes, aliás, porque você vê utilidade imediata do que aprendeu. Enfim.
Eis que, para explicar o ato reflexo, os professores têm a adorável ideia de levar alguém ao palco e fazer um desafio: a pessoa deve manter os olhos fixos nele e uma mão aberta, pronta para pegar uma nota de qualquer valor que o professor estará segurando e soltará a qualquer momento; se o aluno pegar, o dinheiro é dele.
No 2º ano, nosso querido ser fotossintetizante precisou de um voluntário. Quem surge? ROLIÇO! Retira, então, uma nota de dez reais da carteira e diz: "Se você pegar, é sua". Ah, meu nego, quando tem dinheiro em jogo todo sacrifício é válido (ounão). Roliço alongou os braços, deu aquela sacudida, arregalou os olhos e ficou a postos. O professor começou a falar e de repente, PUFF, a nota caiu, e Roro não pegou! Ooooh =(
Lógico que ocorreu mais uma série de tentativas, mas todas sem sucesso. A nota foi guardada e a aula prosseguiu.
A vida passou, nós evoluímos (ounão), muitas aulas mais vieram, o terceiro ano chegou, essa loucura toda que tá todo mundo cansado de saber. E quem retornou? A aula sobre sistema nervoso. O professor fotossintetizante não está mais entre nossa carga de aulas e, obviamente, há outro em seu lugar.
Sexta à tarde, todo mundo naquela alegria, chega a parte prática. Primeiro a martelada no joelho pra ver o reflexo patelar. Depois, o momento vem pra cá, vem pra cá.
Roliço se levanta e caminha até o palco com seu molejo característico. O professor retira uma nota de cinquenta reais da carteira e fala: "Roliço, se você pegar, é sua".
Aaaaah, santa ingenuidade! Roliço, que não é bobo nem nada, desde sua última experiência com professores de biologia e notas voando, aprendeu técnicas infalíveis, treinou-as e aperfeiçoou-as, para que, quando o momento retornasse, estivesse pronto para conquistar a marmita de cada dia.
Os mesmos gestos se repetiram e lá foi Roliço.
Ambos em posição de ataque (epa! -n), o professor começa a explicar a matéria olhando para nós, tentando distrair o pobre aluno. Solta a nota, Roliço se abaixa e a pega. Mas como um surdo que não ouviu as regras, ele não sabe que não pode se mexer tanto assim. Tem de capturar a nota no ar, com um só golpe. Vamos de novo.
Olhando fixamente para aquela oncinha brilhante, o treinador dispara a falar, o jovem não se deixa abalar e, de repente, quando a nota cai, ROLIÇO A APANHA SEM TITUBEAR! E SALTITA PARA SUA MESA, GUARDANDO A PEQUENA NO BOLSO, SORRINDO, VENCEDOR!
- EPA, ROLIÇO, VOLTA AQUI!
A sala foi à loucura. Palavra é palavra, meu bem. Roliço não esticou os braços, apenas fechou a mão, como mandava o gabarito e conseguiu capturar a nota. O professor então começou a ver que o pequeno não estava de brincadeira e percebeu que perderia seus cinquentinha.
Surgiram os partidários e a oposição,
- AH, CARLOS¹, VOCÊ FALOU QUE SE ELE PEGASSE ERA DELE! CADÊ A PALAVRA?
- AFF ROLIÇO, PARA DE SER IDIOTA, DEVOLVE A NOTA!
Suando frio o professor estendeu a mão até Roliço, que após difíceis momentos de resistência e manifestação dos companheiros, devolveu o dinheiro. "Nossa, é f* dar aula pra pobre, viu..."
Eis que, para explicar o ato reflexo, os professores têm a adorável ideia de levar alguém ao palco e fazer um desafio: a pessoa deve manter os olhos fixos nele e uma mão aberta, pronta para pegar uma nota de qualquer valor que o professor estará segurando e soltará a qualquer momento; se o aluno pegar, o dinheiro é dele.
No 2º ano, nosso querido ser fotossintetizante precisou de um voluntário. Quem surge? ROLIÇO! Retira, então, uma nota de dez reais da carteira e diz: "Se você pegar, é sua". Ah, meu nego, quando tem dinheiro em jogo todo sacrifício é válido (ounão). Roliço alongou os braços, deu aquela sacudida, arregalou os olhos e ficou a postos. O professor começou a falar e de repente, PUFF, a nota caiu, e Roro não pegou! Ooooh =(
Lógico que ocorreu mais uma série de tentativas, mas todas sem sucesso. A nota foi guardada e a aula prosseguiu.
A vida passou, nós evoluímos (ounão), muitas aulas mais vieram, o terceiro ano chegou, essa loucura toda que tá todo mundo cansado de saber. E quem retornou? A aula sobre sistema nervoso. O professor fotossintetizante não está mais entre nossa carga de aulas e, obviamente, há outro em seu lugar.
Sexta à tarde, todo mundo naquela alegria, chega a parte prática. Primeiro a martelada no joelho pra ver o reflexo patelar. Depois, o momento vem pra cá, vem pra cá.Roliço se levanta e caminha até o palco com seu molejo característico. O professor retira uma nota de cinquenta reais da carteira e fala: "Roliço, se você pegar, é sua".
Aaaaah, santa ingenuidade! Roliço, que não é bobo nem nada, desde sua última experiência com professores de biologia e notas voando, aprendeu técnicas infalíveis, treinou-as e aperfeiçoou-as, para que, quando o momento retornasse, estivesse pronto para conquistar a marmita de cada dia.
Os mesmos gestos se repetiram e lá foi Roliço.
Ambos em posição de ataque (epa! -n), o professor começa a explicar a matéria olhando para nós, tentando distrair o pobre aluno. Solta a nota, Roliço se abaixa e a pega. Mas como um surdo que não ouviu as regras, ele não sabe que não pode se mexer tanto assim. Tem de capturar a nota no ar, com um só golpe. Vamos de novo.
Olhando fixamente para aquela oncinha brilhante, o treinador dispara a falar, o jovem não se deixa abalar e, de repente, quando a nota cai, ROLIÇO A APANHA SEM TITUBEAR! E SALTITA PARA SUA MESA, GUARDANDO A PEQUENA NO BOLSO, SORRINDO, VENCEDOR!
- EPA, ROLIÇO, VOLTA AQUI!
A sala foi à loucura. Palavra é palavra, meu bem. Roliço não esticou os braços, apenas fechou a mão, como mandava o gabarito e conseguiu capturar a nota. O professor então começou a ver que o pequeno não estava de brincadeira e percebeu que perderia seus cinquentinha.
Surgiram os partidários e a oposição,
- AH, CARLOS¹, VOCÊ FALOU QUE SE ELE PEGASSE ERA DELE! CADÊ A PALAVRA?
- AFF ROLIÇO, PARA DE SER IDIOTA, DEVOLVE A NOTA!
Suando frio o professor estendeu a mão até Roliço, que após difíceis momentos de resistência e manifestação dos companheiros, devolveu o dinheiro. "Nossa, é f* dar aula pra pobre, viu..."
domingo, 4 de setembro de 2011
Imperativo categórico
Aula de gramática sobre artifícios da linguagem. Aliás, não me recordo do que era exatamente, mas estávamos falando de pleonasmos no momento. O professor citava exemplos óbvios:
- Subir pra cima, entrar pra dentro, elo de ligação, descer pra baixo,...
Sala ri, faz cara de "nossa, que absurdo!", tudo muito tranquilo.
- ... sair pra fora, imperativo categórico...
- ...
- Subir pra cima, entrar pra dentro, elo de ligação, descer pra baixo,...
Sala ri, faz cara de "nossa, que absurdo!", tudo muito tranquilo.
- ... sair pra fora, imperativo categórico...
- ...
Love is in the air
Terceiro ano: a pressão de passar no vestibular, a dúvida na hora de escolher o curso, os nervos à flor da pele, a vontade de estrangular lentamente com as unhas o colega mais próximo, as pombas que insistem em sapatear no teto, as apostilas que se multiplicam. No meio dessa loucura, o amor floresce como um resquício de paz e esperança.
Roliço¹ estava sentado ao meu lado, já que tentara furtar o meu lugar e não conseguira, POIS EU MADRUGUEI, MEU JOVEM, e peguei o que é meu de direito.
- Flávia, você será os meus olhos.
- Hum? o_o
- Esqueci os óculos.
- E eu com isso?
O simpático professor, que até o citado momento estava passando um exercício na lousa sem demonstrar menor atenção à nossa conversa, me faz o favor de ouvir só a última parte.
- NOSSA, GENTE, TÁ UMA SUPER PAQUERA AQUI! A FLÁVIA ACABOU DE FALAR "MAS EU JÁ SOU OS SEUS OLHOS, ROLIÇO!"
Sala inteira vai à loucura.
(A) - PÔ, E A MARIA¹, ROLIÇO?
(Maria é uma antiga paixão de Roliço).
(A) - SE DECLARA PRA MARIA, ROLIÇO!
(R) - MARIA! ~ estende os braços, engrossa a voz e olha fixamente para Maria ~ A VIRGEM DOS LÁBIOS DE MEL! HÁLITO DE BAUNILHA! CABELOS TÃO NEGROS QUANTO A ASA DA GRAÚNA!... e agora, Flávia, como é o resto?!
(F) - Ai, tem alguma coisa com ela ser ágil... tão ágil quanto um avestruz... mas não é avestruz...
(R) - pô, avestruz kk também não lembro o que é
(F) - Vai avestruz então
(R) - ...ÁGIL COMO UM AVESTRUZ!
Como a Mariana adiantou no Arroz Diário, não se declare a sua amada comparando-a a um avestruz. Não pega bem, entende?
(A) - NAH, ROLIÇO, VAI LÁ NA FRENTE! DAÍ NÃO VALE!
Roliço levanta, faz sua corridinha sedutora, mas não se contenta com o palco: senta sobre a mesa de Maria.
(M) - AFF ROLIÇO, SAI DAQUI!!!!!!!!!!!
Sala inteira rindo, aquela algazarra, Roliço se retirando. Eis que a porta se abre abruptamente e o diretor aparece, chispando fogo pelas ventas. Óbvio que a maioria das pessoas, nessa situação, param de rir, param de se mexer, fazem cara de arrependidas e ficam em silêncio. MAS ROLIÇO NÃO. Tão rapidamente quanto a abertura da porta, Roliço anuncia:
- NÃO FUI EU!
E se dirige agilmente - mas que, aos nossos olhos, pareceu ser em câmera lenta - ao canto da sala, coloca as mãos atrás da cabeça, encosta de barriga na parede e fica olhando de lado para o diretor, COMO SE ESTIVESSE ESPERANDO PARA SER REVISTADO. E assim permanece, por longos segundos, até que o diretor se retira.
Roliço¹ estava sentado ao meu lado, já que tentara furtar o meu lugar e não conseguira, POIS EU MADRUGUEI, MEU JOVEM, e peguei o que é meu de direito.
- Flávia, você será os meus olhos.
- Hum? o_o
- Esqueci os óculos.
- E eu com isso?
~Roliço faz cara de triste~
- Brincadeira, Roliço. Eu serei seus olhos.O simpático professor, que até o citado momento estava passando um exercício na lousa sem demonstrar menor atenção à nossa conversa, me faz o favor de ouvir só a última parte.
- NOSSA, GENTE, TÁ UMA SUPER PAQUERA AQUI! A FLÁVIA ACABOU DE FALAR "MAS EU JÁ SOU OS SEUS OLHOS, ROLIÇO!"
Sala inteira vai à loucura.
(A) - PÔ, E A MARIA¹, ROLIÇO?
(Maria é uma antiga paixão de Roliço).
(A) - SE DECLARA PRA MARIA, ROLIÇO!
(R) - MARIA! ~ estende os braços, engrossa a voz e olha fixamente para Maria ~ A VIRGEM DOS LÁBIOS DE MEL! HÁLITO DE BAUNILHA! CABELOS TÃO NEGROS QUANTO A ASA DA GRAÚNA!... e agora, Flávia, como é o resto?!
(F) - Ai, tem alguma coisa com ela ser ágil... tão ágil quanto um avestruz... mas não é avestruz...
(R) - pô, avestruz kk também não lembro o que é
(F) - Vai avestruz então
(R) - ...ÁGIL COMO UM AVESTRUZ!
Como a Mariana adiantou no Arroz Diário, não se declare a sua amada comparando-a a um avestruz. Não pega bem, entende?
(A) - NAH, ROLIÇO, VAI LÁ NA FRENTE! DAÍ NÃO VALE!
Roliço levanta, faz sua corridinha sedutora, mas não se contenta com o palco: senta sobre a mesa de Maria.
(M) - AFF ROLIÇO, SAI DAQUI!!!!!!!!!!!
Sala inteira rindo, aquela algazarra, Roliço se retirando. Eis que a porta se abre abruptamente e o diretor aparece, chispando fogo pelas ventas. Óbvio que a maioria das pessoas, nessa situação, param de rir, param de se mexer, fazem cara de arrependidas e ficam em silêncio. MAS ROLIÇO NÃO. Tão rapidamente quanto a abertura da porta, Roliço anuncia:
- NÃO FUI EU!
E se dirige agilmente - mas que, aos nossos olhos, pareceu ser em câmera lenta - ao canto da sala, coloca as mãos atrás da cabeça, encosta de barriga na parede e fica olhando de lado para o diretor, COMO SE ESTIVESSE ESPERANDO PARA SER REVISTADO. E assim permanece, por longos segundos, até que o diretor se retira.
THIS. IS. TERCEIRÃO.
¹ Nomes fictícios, obviamente.
(A) Alguém da sala que eu não lembro quem.
Surdez: acontece (pt 2)
- Fiz minha inscrição da Fuvest! :D
- Que bom, filha.
- E, MÃE, CHEGOU MEU EMAIL DO POTTERMORE!!!
- DO VOLDEMORT?
Agora eu lhe pergunto: Por que cargas d'água o Voldemort me mandaria um email?
- Que bom, filha.
~ exaltação momentânea ~
- E, MÃE, CHEGOU MEU EMAIL DO POTTERMORE!!!
- DO VOLDEMORT?
Agora eu lhe pergunto: Por que cargas d'água o Voldemort me mandaria um email?
quinta-feira, 17 de março de 2011
É agora ou nunca
Sem ataques histéricos, ok, também
tô envolvida no esquema, nomes fictícios, relax
Plantão de física: o exercício lhe informava a posição dos ponteiros de um relógio sem os números e perguntava qual seria o horário marcado do reflexo.
Horário real: 09h15min
Horário virtual: 02h45min
(Marias do Bairro) - MAS TETÉU, ERA PRA SER 3 E 45!!! E NÃO 2!!! TÁ ERRADO O GABARITO!!!
(Tetéu) - Não, gente *faz o desenho da primeira imagem = luz se acende*
ps.: finjam que não há nenhum número nos desenhos abaixo, imaginem só os ponteiros.
(Marias do Bairro -1) - AAAAH!
(Tetéu) - O ponteiro menor vai andando, né, ele não fica parado esperando o grande dar uma volta pra depois pular pro horário seguinte.
(Maria do Bairro 01) - NÃO? o.O
. . .
Mais cedo, aula de história.
Momento 01
Professor ditando um trecho da matéria: "As corporações de ofício: associações de trabalhadores do mesmo ofício"
(Maria do Bairo) - COMO SE ESCREVE ASSOCIAÇÕES???
Ok, associações até vai.
Momento 02
Professor ditando um trecho da matéria: "É formado, então, o Condado Portucalense"
(Maria 01) - Como se escreve "portucalense"?
~ Clima tenso ~
(Maria 02) - AFF CLARO QUE É COM "C", NÉ ¬¬
~ Clima levei uma facada no coração estou sangrando até a morte ~
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Aula de SOCIOLOGIA dá nisso...
Fim da aula de sociologia, que, só pra constar, FOI NUMA SEXTA À TARDE. Sinta a dor no coração. Enfim, ao menos foi com o Moraes e o assunto era interessante. Começamos em Sócrates e paramos em Chico Xavier.
"Conhece-te a ti mesmo" na lousa.
(diálogos aproximados pois é difícil lembrar até do próprio nome depois de uma aula sábado de manhã)
- (Moraes) Tem uma frase tipo essa naquela pedra em Harry Potter, não tem?
- (Yo) Que pedra?
- (Maria da Graça) Aquela bolinha, não é?
- (Moraes) Aquela pedra, lá, do fim do filme!..
- (Yo) Não que eu saiba, Moraes... que pedra? que bolinha?
- (Maria da Graça) AI, NÃO É AQUELA BOLINHA DOURADA COM ASAS?!?!?!
"Conhece-te a ti mesmo" na lousa.
(diálogos aproximados pois é difícil lembrar até do próprio nome depois de uma aula sábado de manhã)
- (Moraes) Tem uma frase tipo essa naquela pedra em Harry Potter, não tem?
- (Yo) Que pedra?
- (Maria da Graça) Aquela bolinha, não é?
- (Moraes) Aquela pedra, lá, do fim do filme!..
- (Yo) Não que eu saiba, Moraes... que pedra? que bolinha?
- (Maria da Graça) AI, NÃO É AQUELA BOLINHA DOURADA COM ASAS?!?!?!
#fail
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Quem foram os cabeças?
Quarta feira
Mais uma adorável sessão com Dona Arlinda. A tarde teríamos aula. Quinta tínhamos de estudar pra prova de química na sexta. Ao final, ela passa determinada tarefa.
- Dona Arlinda, a senhora não pode deixar de passar essa tarefa? Ou, se não, dar um prazo maior?
- Posso saber por quê?
- É que hoje a gente tem aula a tarde, chegamos super tarde em casa, não dá tempo. E amanhã tem a prova de química pra estudar, a matéria tá super difícil, não dá tempo de fazer.
- Mas não dá pra tirar nem dez minutos pra fazer a tarefa?
- A matéria de química tá muito grande, não dá tempo mesmo x.x Por favor
- Vocês pensam que só existe química, física e matemática! Português é importante! Se vocês não souberem português, não adianta..
- Mas Dona Arl...
-... saber fazer um monte de conta que no vestibular não vão saber interpretar o enunciado!
- A gente sabe que português é importante, só estamos pedindo pra senhora dar mais uns dias pra fazer.
- Eu não vou mudar a data. É para sexta-feira e ponto.
Ódio mortal das vinte e três pessoas da sala sendo enviado a Dona Arlinda.
Seu ódio foi enviado com sucesso.
Quinta-feira
- Eu não vou fazer a tarefa da Dona Arlinda...
- Nem eu, mancada ela não ter mudado a data
- A gente podia não fazer a tarefa da Arlinda, né? (6)
- éééé, seria mara se ninguém fizesse... *-*
- Será?
- Só se for todo mundo...
- SEGUINTE, RAPAZEADA, ALGUÉM AQUI VAI FAZER A TAREFA DA DONA ARLINDA?
- ...
- OU TODO MUNDO FAZ, OU NINGUÉM FAZ. PORQUE AÍ A BRONCA É SÓ UMA... E SE ELA FOR DAR ADVERTÊNCIA OU QUALQUER COISA SEM NOÇÃO DO TIPO, VAI A SALA TODA PRA DIRETORIA...
- FIRMEZA!
- NINGUÉM FAZ?
- NINGUÉM!
Sexta-feira
Dona Arlinda entra na sala, fecha as folhas da porta, se encaminha rumo a imponente mesa do professor - "Bom dia!" - e coloca sua bolsa e materiais em cima. Se ajeita, apoia as mãos sobre a mesa e olha para nós.
1ºIII aguarda ansiosamente. Todos tensos.
- Havia tarefa, certo? Vou passar dando visto.
Adrenalina subindo, muahuahua.
Dona Arlinda se encaminha à primeira fileira do canto esquerdo. O aluno sentado na primeira carteira pronuncia gentilmente "Eu não fiz, Dona Arlinda". Dona Arlinda passa rumo a segunda carteira. A frase se repete. Lança uma cara de desaprovação junto a alguns 'tsc, tsc, tsc...'. Segunda fileira, primeira carteira: "Você também não fez?", "Não". Dirige o olhar a terceira fileira, primeira carteira, no caso, pra mim: "Nem você?", "Não".
- NINGUÉM FEZ?
- ...
Dona Arlinda lança um olhar de desprezo sem tamanho e se encaminha para sua mesa.
- Eu não vou dizer nada. *Gesto de 'está acabado' com as mãos*.
*1ºIII vibra*
- Todos vocês perderam um ponto na nota final. A tarefa valia ponto, não fez, não ganha. *Gesto irritante com as mãos*
*1ºIII faz cara de quem não liga (H)*
A aula vai passando, ela solta alguns comentários desagradáveis a respeito; nós todos com a sensação maravilhosa de termos feito algo errado e ter dado certo. O dia ficou até mais belo.
- Se ninguém da sala fez é porque tem um mandante. Porque é sempre assim: uma manda, os outros fazem. *Querendo insinuar que éramos burros o bastante pra não conseguirmos tomar a decisão em conjunto*. QUEM FORAM OS CABEÇAS? PORQUE TEM DE HAVER OS CABEÇAS... *Olhar paira sobre Flávia, Franco, Mariana, Ana da Graça, Roberta...*
* Sorrisos angelicais (A) *
MUAHAHAHAHA
SINTA O PODER DA VINGANÇA, PRIMEIRO TRÊS!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Nada como uma noite de terça
Aniversário da casa de amigo é aquela coisa linda. Ainda mais nas férias. Todo o pessoal reunido, os amigos dos seus amigos, algumas crianças pra despertarem o nosso instinto primitivo e os adultos pra interagirem. Foi muito interessante. Havia uma variedade de comidas que dava gosto.
Tivemos uns momentos interessantes, dentre eles:
• Estávamos numa salinha a parte fazendo companhia a uma amiga que passava mal. Depois que vieram buscá-la, tivemos de rumar para o cômodo da alegria. A irmã de uma outra amiga estava com a gente. Eis que o primo da aniversariante, bem criancinha, aparece perto de nossa colega, pra tentar brincar ou algo assim. Nós dizemos: "vai lá brincar com ele!". O que ela faz? Vai pra cima do menino rosnando. E depois que rimos ela não parou mais. Eu adoro essa menina.
• O pequeno havia cuspido na mão do irmão. O irmão (um tico só mais velho) ficou com ela aberta esperando alguém tocar. Como haviam ignorado a pobre criança, eu, que obviamente não sabia de nada, fui lá e fiz aquele cumprimento esperto e maneiro uhuul. Logo em seguida, ao me dar conta da delícia que havia feito, passei a mão que pegou o cuspe carinhosamente na camisa do Franco, que a-do-rou.
• O irmão do pequeno raptou uma mangueira e deu um jeito de conectá-la na torneira. Antes que ele ligasse e fizesse a própria festa, nós fugimos. Essa parte foi sem graça. Preferia que ele tivesse ligado e feito um chuveiro público.
• Raptamos o iPhone da Mariana, encontramos um joguinho perigosíssimo, com alto poder de possuir os outros, e começamos um campeonato. Primeiramente, Franco e eu. Depois, juntaram-se a nós L., A. e B. Uma loucura. Até as quatro da manhã, mais exatamente.
• Um amigo adulto que está sempre presente nas festas nessa casa (praticamente um astrólogo particular) teve uma crise de risos: começou a dar aquela risada de porco, sabe? E aí desengatilhou uma sessão de risos sem fim no Franco, que, por sua vez, me deu uma vontade louca de rir. Pra tentar parar, esse amigo começou a rir com HUUUUHUHUHUHUHUHU. Aí G. e A. entraram na dança. Imagine como foi fácil parar com isso.
• As outras coisas só são legais e engraçadas pra mim e pra quem tava lá. Não que isso aí seja engraçado pra alguém, mas enfim.
Tivemos uns momentos interessantes, dentre eles:
• Estávamos numa salinha a parte fazendo companhia a uma amiga que passava mal. Depois que vieram buscá-la, tivemos de rumar para o cômodo da alegria. A irmã de uma outra amiga estava com a gente. Eis que o primo da aniversariante, bem criancinha, aparece perto de nossa colega, pra tentar brincar ou algo assim. Nós dizemos: "vai lá brincar com ele!". O que ela faz? Vai pra cima do menino rosnando. E depois que rimos ela não parou mais. Eu adoro essa menina.
• O pequeno havia cuspido na mão do irmão. O irmão (um tico só mais velho) ficou com ela aberta esperando alguém tocar. Como haviam ignorado a pobre criança, eu, que obviamente não sabia de nada, fui lá e fiz aquele cumprimento esperto e maneiro uhuul. Logo em seguida, ao me dar conta da delícia que havia feito, passei a mão que pegou o cuspe carinhosamente na camisa do Franco, que a-do-rou.
• O irmão do pequeno raptou uma mangueira e deu um jeito de conectá-la na torneira. Antes que ele ligasse e fizesse a própria festa, nós fugimos. Essa parte foi sem graça. Preferia que ele tivesse ligado e feito um chuveiro público.
• Raptamos o iPhone da Mariana, encontramos um joguinho perigosíssimo, com alto poder de possuir os outros, e começamos um campeonato. Primeiramente, Franco e eu. Depois, juntaram-se a nós L., A. e B. Uma loucura. Até as quatro da manhã, mais exatamente.
• Um amigo adulto que está sempre presente nas festas nessa casa (praticamente um astrólogo particular) teve uma crise de risos: começou a dar aquela risada de porco, sabe? E aí desengatilhou uma sessão de risos sem fim no Franco, que, por sua vez, me deu uma vontade louca de rir. Pra tentar parar, esse amigo começou a rir com HUUUUHUHUHUHUHUHU. Aí G. e A. entraram na dança. Imagine como foi fácil parar com isso.
• As outras coisas só são legais e engraçadas pra mim e pra quem tava lá. Não que isso aí seja engraçado pra alguém, mas enfim.
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